SALMO 128
INTRODUÇÃO
O Salmo 128 traz o que podemos chamar de sonho de consumo de qualquer família. Observe:
1)Uma família que vive no temor do Senhor (v.1)
2)Uma família que goza do sustento material necessário à sua subsistência (v.2)
3)Uma família sem conflitos de relacionamento entre seus membros (v.3)
4)Uma família onde todos sonham juntos com o futuro de cada um (v.5)
5)Uma família onde cada novo membro que chega, entra no espírito de união desta família (v.6)
Resumindo tudo numa linguagem prática, uma família boa precisa dos seguintes requisitos:
1)Frequentar uma igreja
2)Um bom emprego para os genitores
3)Reunião aos finais de semana para almoçarem juntos
4) Que os namorados(as) sejam bons moços e boas moças
5)Os filhos não namoram escondidos
6)Muitos netos
Seria bom se estas questões resolvessem todo o problema da união familiar
MAS NÃO RESOLVEM!!!
Às vezes somos traídos pelas coisas boas da vida e as tornamos em prejuízos.
A jornada para a união da família passa por outros caminhos e é muito anterior a estas citações que fizemos. A união da família passa, em princípio, pelo caminho do abandono, do egoísmo, individualismo que permeia o coração humano, sem exceção, e sua substituição pela capacidade de distribuir.
Quero convidar cada familiar aqui hoje a trilhar os 3 passos para celebrar a união na família
I) Distribuir Responsabilidades ( Sl.128:2,3)
Para que a família seja unida, é imperativo que cada membro se sinta parte essencial dela. De forma simples:
a)O homem – do seu trabalho....comerás
b)a esposa – videira que dá frutos
c)os filhos – brotos da mesma planta
O apóstolo Pedro chama a atenção para o “...vivei a vida comum do lar...”( 1 Pe.3:7).
Em resumo, a família precisa conversar junta sobre aquilo que lhe diz respeito: Ex. conta de água e luz, horário de sair e chegar, dar satisfação sobre o que faz, etc.
II) Distribuir Afeto ( 1 Co.7:3; Ef. 6:1-4; Cl.3:21)
O ser humano em geral, é emocional, além de ser racional. Todos precisamos de afeto.
Numa relação familiar, engana-se quem acha que, cumprindo as obrigações básicas, está tudo certo: comida, casa, roupa lavada, estudos, etc. Esta é a parte fácil.
A parte mais importante são os laços que nos unem uns aos outros e nos tornam humanos.
Sobre casais, Paulo diz que “um deve dar ao outro o que lhe é devido”;
Sobre filhos e pais, a prova maior de afeto é a obediência e a honra
Sobre pais e filhos, há um desafio a não provocar os filhos à ira, não irritar os filhos para que não fiquem desanimados.
O Escritor Gary Champan chama nossa atenção para o desenvolvimento de 5 linguagens do amor.
1)Palavras de Afirmação – elogios verbais e palavras de apreciação
- Palavras encorajadoras
- Palavras Bondosas
- Palavras humildes
2) Qualidade de Tempo – Valorização do estar junto e conversa de qualidade
- menos conselho – mais empatia
- menos solução – mais compreensão
- menos conclusões – mais perguntas
- menos atenção ao problema – mais atenção à pessoa
3) Receber Presentes – valorizar ações gratuitas
- Presentear com presente
- Presentear com a presença
4) Formas de servir
- Quais atividades você está disposto(a) a abrir mão deliberadamente em função de agradar aos outros membros da família?
- Que atividades você está disposto(a) a fazer deliberadamente em função da valorização do bem estar de sua família?
5) Toque físico - gestosX palavras
- Quando foi a última vez que você abraçou ou fez carinho em seu cônjuge sem pensar necessariamente em sexo?
- Quando foi a ultima vez que você fez um carinho em sua filha, papai?
- Etc.
> Todas estas coisas, fortalecem o sentido de pertencimento.
III) Distribuir Prêmios ( Sl.90:17; Pv.31:28,29; Rm.13:7)
Muitas vezes somos levados a cobrar obrigações, ou a elogiar somente aquilo que interessa a nós.
Quero citar algumas situações que deveriam merecer nossa premiação gratuita:
- O marido trocou a lâmpada ou cortou a grama sem ter sido cobrado;
- a esposa trabalhou bastante hoje, limpou a casa, fez o almoço e ainda fez um pudim;
- os filhos estudaram bastante, tiraram as melhores notas da sala e ainda chegaram cedo em casa, ontem à noite;
- meu filho vai jogar futebol amanhã. Acho que vou deixar um pouco o trabalho e farei uma surpresa a ele.
Quando foi a última vez que você fez um reconhecimento gratuito?
Os membros da família precisam sentir que aquilo que eles fazem é importante e tem valor para cada um de nós.
CONCLUSÃO
Voltando à afirmação inicial, as vezes pegamos coisas boas e as transformamos em coisas ruins. Ficamos focados em nosso trabalho, nossos sonhos, nossas preocupações, nossas diversões...
É essencial abrirmos a mente para pensar como família.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
SUFICIÊNCIA PLENA
Salmo 23
INTRODUÇÃO
Estamos diante de um dos mais lindos salmos da Bíblia. Trata-se de uma declaração por excelência da suficiência divina.
Este texto é uma resposta definitiva ao maior problema da alma humana depois do pecado: a ansiedade.
O que é a ansiedade? Trata-se das dúvidas e inseguranças que nossa alma alimenta através das circunstâncias. A ansiedade é uma anomalia humana presente e recorrente.
Lembramos aqui quando Deus, em resposta ao clamor do povo, mandou o maná com a promessa de que, cada dia o povo receberia o pão do céu, não precisava haver preocupação. A alma ansiosa acabou por recolher mais do que deveria (Ex.16:11-31).
Por esta razão, Jesus ensinou categoricamente acerca da ansiedade: “Não vos inquieteis com o dia de amanhã... não andeis ansiosos de coisa alguma”(Mt.6:25-33).
Para as almas ansiosas de plantão, o salmo 23 faz uma declaração confortadora:
NADA ME FALTARÁ!!!
Que afirmação consoladora!
O que faz a ansiedade ser dominada são as certezas que recebemos de Deus. Esta afirmação consoladora remete nossa alma a 3 certezas na pessoa de Cristo.
1)Deus nos proporciona a condição de existir (v.2,3)
Ele faz isso, suprindo com excelência todas as nossas necessidades básicas.
O texto apresenta três necessidades básicas:
a)Alimento – É amplo o conceito. Paulo traduz dizendo: O meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”
( Fp.4:19). Não falta nada!
b) Paz – Ele guia em paz o seu povo. Cristo é o Príncipe da paz. Ele disse: “deixo-vos minha paz, a minha paz vos dou...” Tudo que possa tirar a paz da alma ( pecado, angústia, medo, dor...), foi contemplado na pessoa de Cristo Jesus.
c) Direito – O maior direito que nos assiste em Cristo é o de sermos chamados Filhos de Deus. À partir daí é assim que Deus nos conduz em todas as nossas jornadas.
Estas necessidades são básicas para nossa existência.
2) Deus nos assegura a capacidade de prevalecer (v.4,5)
Duas realidades na vida de todo ser humano, sem exceção, inclusive de Cristo, são as provações e as tentações.
Na vida estamos sujeitos a fatalidades, momentos de profunda dor a ponto de desanimarmos , aflições desfalecedoras.
Ai, temos uma certeza: Deus está conosco! E por estamos completamente debilitados, Ele mesmo providencia uma glamurosa mesa de banquete e uma cerimônia de renovo. Deus pode levantar nossa alma, do mais profundo abismo.
3) Deus providencia os recursos para que possamos permanecer (v.6)
Aqui há dois benefícios extraordinários de Deus: bondade e misericórdia.
Deus é bom em nos dar muito mais do que sonhamos e esperamos, à revelia de nosso merecimento.
Deus é misericordioso em não nos destruir, em não consumir nossa memória, apesar de sermos completamente dignos disso.
No caso de Davi, apesar de todas as suas falhas, o Senhor firmou o reinado dele para sempre.
Em nosso caso, nas palavras do próprio Jesus, o desejo dele é que estejamos com ele onde ele está (Jo.17:24).
Paulo diz que Cristo em nós é a esperança da glória (Fp..3:20 a 4:1). Ele afirma:
“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória... portanto, meus irmãos...permanecei desse modo, firmes no Senhor.”
Deus é o colaborador absoluto para nossa permanência.
CONCLUSÃO
Creio então que, diante desta exposição da suficiência plena de Deus, podemos fazer nossas as palavras de Pedro:
“Lançando sobre ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós.”
(1 Pe.5:7)
Amém.
INTRODUÇÃO
Estamos diante de um dos mais lindos salmos da Bíblia. Trata-se de uma declaração por excelência da suficiência divina.
Este texto é uma resposta definitiva ao maior problema da alma humana depois do pecado: a ansiedade.
O que é a ansiedade? Trata-se das dúvidas e inseguranças que nossa alma alimenta através das circunstâncias. A ansiedade é uma anomalia humana presente e recorrente.
Lembramos aqui quando Deus, em resposta ao clamor do povo, mandou o maná com a promessa de que, cada dia o povo receberia o pão do céu, não precisava haver preocupação. A alma ansiosa acabou por recolher mais do que deveria (Ex.16:11-31).
Por esta razão, Jesus ensinou categoricamente acerca da ansiedade: “Não vos inquieteis com o dia de amanhã... não andeis ansiosos de coisa alguma”(Mt.6:25-33).
Para as almas ansiosas de plantão, o salmo 23 faz uma declaração confortadora:
NADA ME FALTARÁ!!!
Que afirmação consoladora!
O que faz a ansiedade ser dominada são as certezas que recebemos de Deus. Esta afirmação consoladora remete nossa alma a 3 certezas na pessoa de Cristo.
1)Deus nos proporciona a condição de existir (v.2,3)
Ele faz isso, suprindo com excelência todas as nossas necessidades básicas.
O texto apresenta três necessidades básicas:
a)Alimento – É amplo o conceito. Paulo traduz dizendo: O meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”
( Fp.4:19). Não falta nada!
b) Paz – Ele guia em paz o seu povo. Cristo é o Príncipe da paz. Ele disse: “deixo-vos minha paz, a minha paz vos dou...” Tudo que possa tirar a paz da alma ( pecado, angústia, medo, dor...), foi contemplado na pessoa de Cristo Jesus.
c) Direito – O maior direito que nos assiste em Cristo é o de sermos chamados Filhos de Deus. À partir daí é assim que Deus nos conduz em todas as nossas jornadas.
Estas necessidades são básicas para nossa existência.
2) Deus nos assegura a capacidade de prevalecer (v.4,5)
Duas realidades na vida de todo ser humano, sem exceção, inclusive de Cristo, são as provações e as tentações.
Na vida estamos sujeitos a fatalidades, momentos de profunda dor a ponto de desanimarmos , aflições desfalecedoras.
Ai, temos uma certeza: Deus está conosco! E por estamos completamente debilitados, Ele mesmo providencia uma glamurosa mesa de banquete e uma cerimônia de renovo. Deus pode levantar nossa alma, do mais profundo abismo.
3) Deus providencia os recursos para que possamos permanecer (v.6)
Aqui há dois benefícios extraordinários de Deus: bondade e misericórdia.
Deus é bom em nos dar muito mais do que sonhamos e esperamos, à revelia de nosso merecimento.
Deus é misericordioso em não nos destruir, em não consumir nossa memória, apesar de sermos completamente dignos disso.
No caso de Davi, apesar de todas as suas falhas, o Senhor firmou o reinado dele para sempre.
Em nosso caso, nas palavras do próprio Jesus, o desejo dele é que estejamos com ele onde ele está (Jo.17:24).
Paulo diz que Cristo em nós é a esperança da glória (Fp..3:20 a 4:1). Ele afirma:
“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória... portanto, meus irmãos...permanecei desse modo, firmes no Senhor.”
Deus é o colaborador absoluto para nossa permanência.
CONCLUSÃO
Creio então que, diante desta exposição da suficiência plena de Deus, podemos fazer nossas as palavras de Pedro:
“Lançando sobre ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós.”
(1 Pe.5:7)
Amém.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
SERVOS DIGNOS DO SENHOR
Mateus 25:14-18
INTRODUÇÃO
Estamos reunidos nestes dias aqui categorias diferentes de pessoas: pastores, educadoras, presbíteros, diáconos, diaconisas, leigos...
Mas o ponto de definição comum de todos nós é: servos.
É um privilégio extraordinário ser servo de Deus.
Quero convidá-los a refletir sobre nossa relação com o Senhor, na qualidade de servos. Porque a verdade é que não basta ser servo; tem que ser um bom servo!
> O que esperamos de Deus?
- ”Seja Deus gracioso para conosco e nos abençoe e faça resplandecer sobre nós o rosto” (Sl.67:1)
> O que Deus efetivamente faz?
- “...aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nós...”(Ef.3:20)
De fato, Deus tem feito sua parte de maneira eficaz e eterna!
Neste ponto fica a pergunta: O que Deus espera de seus servos? O que deve marcar o bom servo?
03 marcas do bom servo
1)CONFIANÇA(v.14)
“...chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.”
Deus quer servos a quem ele possa confiar os seus bens.
O que Deus tem depositado ao nosso cuidado? Não a anjos, mas a nós?
Seu nome, seu plano salvador, seu reino..
Temos sido confiáveis?
2) COMPETÊNCIA( v.15)
“...a cada um segundo a sua própria capacidade.”
Lembro aqui o questionamento que Deus fez a Moisés quando este tentava evitar o compromisso: “...quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo, ou o surdo, não sou eu, o Senhor? “(Ex.4:11)
Paulo diz que Deus é quem efetua o querer e o realizar.
Discutir competências e habilidades com Deus, é tolice!
O que somos capazes de fazer no reino? O que somos capazes de efetivamente contribuir, ajudar, facilitar a vida dos outros?
3) DINAMISMO(v.16)
“...saiu imediatamente a negociar com eles...”
Note a expressão, imediatamente.
O que temos feito efetivamente para o reino?
Deus quer servos que não medirão esforços em colocar toda a sua capacidade a serviço do reino. Nas palavras de Paulo, “gastar e se deixar gastar.”
CONCLUSÃO
Não basta ser servo; tem que ser servo digno do Senhor.
Nas palavras de Paulo: Procura apresentar-te a Deus, aprovado.”( 2 Tm.2:15)
O texto básico apresenta uma extraordinária recompensa aos servos dignos do Senhor:
“Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.”(v.21)
Que Deus anime o nosso coração ao serviço do reino.
Amém
INTRODUÇÃO
Estamos reunidos nestes dias aqui categorias diferentes de pessoas: pastores, educadoras, presbíteros, diáconos, diaconisas, leigos...
Mas o ponto de definição comum de todos nós é: servos.
É um privilégio extraordinário ser servo de Deus.
Quero convidá-los a refletir sobre nossa relação com o Senhor, na qualidade de servos. Porque a verdade é que não basta ser servo; tem que ser um bom servo!
> O que esperamos de Deus?
- ”Seja Deus gracioso para conosco e nos abençoe e faça resplandecer sobre nós o rosto” (Sl.67:1)
> O que Deus efetivamente faz?
- “...aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nós...”(Ef.3:20)
De fato, Deus tem feito sua parte de maneira eficaz e eterna!
Neste ponto fica a pergunta: O que Deus espera de seus servos? O que deve marcar o bom servo?
03 marcas do bom servo
1)CONFIANÇA(v.14)
“...chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.”
Deus quer servos a quem ele possa confiar os seus bens.
O que Deus tem depositado ao nosso cuidado? Não a anjos, mas a nós?
Seu nome, seu plano salvador, seu reino..
Temos sido confiáveis?
2) COMPETÊNCIA( v.15)
“...a cada um segundo a sua própria capacidade.”
Lembro aqui o questionamento que Deus fez a Moisés quando este tentava evitar o compromisso: “...quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo, ou o surdo, não sou eu, o Senhor? “(Ex.4:11)
Paulo diz que Deus é quem efetua o querer e o realizar.
Discutir competências e habilidades com Deus, é tolice!
O que somos capazes de fazer no reino? O que somos capazes de efetivamente contribuir, ajudar, facilitar a vida dos outros?
3) DINAMISMO(v.16)
“...saiu imediatamente a negociar com eles...”
Note a expressão, imediatamente.
O que temos feito efetivamente para o reino?
Deus quer servos que não medirão esforços em colocar toda a sua capacidade a serviço do reino. Nas palavras de Paulo, “gastar e se deixar gastar.”
CONCLUSÃO
Não basta ser servo; tem que ser servo digno do Senhor.
Nas palavras de Paulo: Procura apresentar-te a Deus, aprovado.”( 2 Tm.2:15)
O texto básico apresenta uma extraordinária recompensa aos servos dignos do Senhor:
“Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.”(v.21)
Que Deus anime o nosso coração ao serviço do reino.
Amém
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A ALEGRIA QUE VEM DO SENHOR
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo:alegrai-vos.” (Fp.4:4)
INTRODUÇÃO
Como é bom conviver com pessoas alegres.
Deus é Deus de alegria. O povo de Israel era um povo alegre, e por isso, festeiro.
Notamos na história de Israel como a alegria era a ordem do dia.
Neemias estimula o seu povo dizendo: “ Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” ( Ne. 8:10)
E o salmista:
- “ Na presença do Senhor há plenitude de alegria...” (Sl.16:11)
- “ O Senhor é a minha grande alegria...” (Sl.43:4)
E Paulo insiste:
- “ Alegrai-vos sempre no Senhor (Fp.4:4)
Deus quer que sejamos alegres!
Mas, como se traduz esta alegria do Senhor em nós?
Há 03 maneiras de desfrutarmos da alegria do Senhor.
1.Conhecimento
É essencial conhecer o Senhor de forma intima e pessoal.
Lembro-me dos anjos anunciando o nascimento de Jesus:
“ Eis que vos trago boas novas de grande alegria...” ( Lc.2:10)
Por isso é importante conhecer ao Senhor.
a)”a intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a sua aliança.” ( Sl.25:14)
b) “ E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (Jo.8:32)
2) Garantias
É também essencial tomarmos conhecimento das garantias que o Senhor nos dá.
a)”Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” ( Ml.3:6)
b) “ Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo coração.” (Jr.29:13)
c) “ ...eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.’ (Mt.28:20)
3) Resultados
Há para nossa total alegria o resultado mais completo da caminhada com Deus:
a)”...nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” ( 1 Co.2:9)
b) “ Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia...”
( 2 Tm.4:7,8)
CONCLUSÃO
Vivemos num mundo cheio de circunstâncias que mudam constantemente, trazendo ansiedades e inseguranças e isso tende a nos tirar a alegria.
Mas, fica assegurada a nós a permanência da alegria do Senhor.
“ ...porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.” ( Lm.3:22 e 23)
Amém.
INTRODUÇÃO
Como é bom conviver com pessoas alegres.
Deus é Deus de alegria. O povo de Israel era um povo alegre, e por isso, festeiro.
Notamos na história de Israel como a alegria era a ordem do dia.
Neemias estimula o seu povo dizendo: “ Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” ( Ne. 8:10)
E o salmista:
- “ Na presença do Senhor há plenitude de alegria...” (Sl.16:11)
- “ O Senhor é a minha grande alegria...” (Sl.43:4)
E Paulo insiste:
- “ Alegrai-vos sempre no Senhor (Fp.4:4)
Deus quer que sejamos alegres!
Mas, como se traduz esta alegria do Senhor em nós?
Há 03 maneiras de desfrutarmos da alegria do Senhor.
1.Conhecimento
É essencial conhecer o Senhor de forma intima e pessoal.
Lembro-me dos anjos anunciando o nascimento de Jesus:
“ Eis que vos trago boas novas de grande alegria...” ( Lc.2:10)
Por isso é importante conhecer ao Senhor.
a)”a intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a sua aliança.” ( Sl.25:14)
b) “ E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (Jo.8:32)
2) Garantias
É também essencial tomarmos conhecimento das garantias que o Senhor nos dá.
a)”Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” ( Ml.3:6)
b) “ Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo coração.” (Jr.29:13)
c) “ ...eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.’ (Mt.28:20)
3) Resultados
Há para nossa total alegria o resultado mais completo da caminhada com Deus:
a)”...nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” ( 1 Co.2:9)
b) “ Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia...”
( 2 Tm.4:7,8)
CONCLUSÃO
Vivemos num mundo cheio de circunstâncias que mudam constantemente, trazendo ansiedades e inseguranças e isso tende a nos tirar a alegria.
Mas, fica assegurada a nós a permanência da alegria do Senhor.
“ ...porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.” ( Lm.3:22 e 23)
Amém.
domingo, 24 de outubro de 2010
AS LIÇÕES DE JUDAS
Mateus 10:2-4
INTRODUÇÃO
Judas foi uma pessoa enigmática. Podemos perceber que há pontos marcantes em sua história:
- Era o responsável pela contabilidade do grupo ( Jo.12:6);
- Reclamou do bálsamo derramado sobre Jesus ( Jo.12:5)
Mas, sua maior marca foi ter traído Jesus. Até hoje, pejorativamente Judas é sinônimo de traição.
Mas, esta marca de Judas percorreu um caminho. Ao longo do tempo, Judas revelou alguns problemas graves de seu caráter que podem atingir a qualquer um de nós e nos servem de lição.
03 PROBLEMAS NA VIDA DE JUDAS
1.PROBLEMA DE EXPECTATIVAS ( Mt.26:14-16)
Judas jamais poderia alegar falta de oportunidade. Teve o chamado igual de todos os outros. Andou com Jesus compartilhando as mesmas experiências. De repente, para ele, Jesus não atende mais às expectativas; o pensamento dele sobre Jesus mudou (v.14).
Paulo pergunta aos gálatas: “vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?”
Quando olhamos para servos do passado, percebemos a importância das expectativas:
- ...Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre. ( Sl.73:26)
- ...o Senhor é a porção da minha herança...( Sl.16:5)
- ...outro bem não possuo senão a Ti somente...(Sl.16:2)
Paulo disse: ...para mim o viver é Cristo.
Judas perdeu isso!
Como está seu sentimento e pensamento sobre Jesus?
2. PROBLEMA COM AS ADVERTÊNCIAS(Mt.26:20-25)
Há uma semelhança entre Judas e Pedro. Ambos superestimaram suas próprias capacidades.
O ser humano por natureza tem problema com santidade, com o viver separado: gosta do risco, da adrenalina, do perigo.
Deus não brinca com perigos, pois conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Deus sempre faz advertências: advertiu a Adão, a Caim, a Israel, a Judas. Neste caso, Deus fez duas advertências:
- Um dentre vocês me trairá. O que mete comigo a mão no prato (quem?)
- Ai daquele por intermédio de quem ele está sendo traído ( as conseqüências)
Judas, como muitos hoje, não considerou.
- Abstende-vos de toda forma de mal ( 1 Ts.5:22)
- O diabo vosso adversário anda em derredor...( 1 Pe. 5:8)
> Como você tem considerado as advertências que Deus lhe tem dado?
3. PROBLEMA COM AS CONSEQUÊNCIAS (Mt.27:3-5)
Como muitos hoje, Judas não soube lidar com as conseqüências de seu caminho.
A Bíblia diz: “Um abismo chama outro abismo...”( Sl.42:7)
Judas não conseguiu lidar com a traição que ele recebeu de seus interessados (v.4)
Judas não conseguiu lidar com sua própria escolha (v.5)
A Bíblia adverte:
- O que o homem semear isto também ceifará. (Gl.6:7)
- Cada um dará contas de si mesmo a Deus ( Rm.14:12)
> Como está seu nível de consciência acerca de seus próprios atos?
CONCLUSÃO
Paulo ao escrever sobre a ceia, nos lembra um fato triste: “O Senhor Jesus na noite em que foi traído...”(1 Co.11:23). O dia da salvação em nossas vidas começou com uma noite de traição.
Como temos observado nossa caminhada com Jesus?
Judas, enquanto homem, não é melhor ou pior que qualquer um de nós.
Ó Deus! Livra-me de traí-lo com minhas atitudes! Proteja minha alma!
Volve o teu olhar para mim antes que seja tarde demais, como fizeste com Pedro.
Amém.
INTRODUÇÃO
Judas foi uma pessoa enigmática. Podemos perceber que há pontos marcantes em sua história:
- Era o responsável pela contabilidade do grupo ( Jo.12:6);
- Reclamou do bálsamo derramado sobre Jesus ( Jo.12:5)
Mas, sua maior marca foi ter traído Jesus. Até hoje, pejorativamente Judas é sinônimo de traição.
Mas, esta marca de Judas percorreu um caminho. Ao longo do tempo, Judas revelou alguns problemas graves de seu caráter que podem atingir a qualquer um de nós e nos servem de lição.
03 PROBLEMAS NA VIDA DE JUDAS
1.PROBLEMA DE EXPECTATIVAS ( Mt.26:14-16)
Judas jamais poderia alegar falta de oportunidade. Teve o chamado igual de todos os outros. Andou com Jesus compartilhando as mesmas experiências. De repente, para ele, Jesus não atende mais às expectativas; o pensamento dele sobre Jesus mudou (v.14).
Paulo pergunta aos gálatas: “vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?”
Quando olhamos para servos do passado, percebemos a importância das expectativas:
- ...Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre. ( Sl.73:26)
- ...o Senhor é a porção da minha herança...( Sl.16:5)
- ...outro bem não possuo senão a Ti somente...(Sl.16:2)
Paulo disse: ...para mim o viver é Cristo.
Judas perdeu isso!
Como está seu sentimento e pensamento sobre Jesus?
2. PROBLEMA COM AS ADVERTÊNCIAS(Mt.26:20-25)
Há uma semelhança entre Judas e Pedro. Ambos superestimaram suas próprias capacidades.
O ser humano por natureza tem problema com santidade, com o viver separado: gosta do risco, da adrenalina, do perigo.
Deus não brinca com perigos, pois conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Deus sempre faz advertências: advertiu a Adão, a Caim, a Israel, a Judas. Neste caso, Deus fez duas advertências:
- Um dentre vocês me trairá. O que mete comigo a mão no prato (quem?)
- Ai daquele por intermédio de quem ele está sendo traído ( as conseqüências)
Judas, como muitos hoje, não considerou.
- Abstende-vos de toda forma de mal ( 1 Ts.5:22)
- O diabo vosso adversário anda em derredor...( 1 Pe. 5:8)
> Como você tem considerado as advertências que Deus lhe tem dado?
3. PROBLEMA COM AS CONSEQUÊNCIAS (Mt.27:3-5)
Como muitos hoje, Judas não soube lidar com as conseqüências de seu caminho.
A Bíblia diz: “Um abismo chama outro abismo...”( Sl.42:7)
Judas não conseguiu lidar com a traição que ele recebeu de seus interessados (v.4)
Judas não conseguiu lidar com sua própria escolha (v.5)
A Bíblia adverte:
- O que o homem semear isto também ceifará. (Gl.6:7)
- Cada um dará contas de si mesmo a Deus ( Rm.14:12)
> Como está seu nível de consciência acerca de seus próprios atos?
CONCLUSÃO
Paulo ao escrever sobre a ceia, nos lembra um fato triste: “O Senhor Jesus na noite em que foi traído...”(1 Co.11:23). O dia da salvação em nossas vidas começou com uma noite de traição.
Como temos observado nossa caminhada com Jesus?
Judas, enquanto homem, não é melhor ou pior que qualquer um de nós.
Ó Deus! Livra-me de traí-lo com minhas atitudes! Proteja minha alma!
Volve o teu olhar para mim antes que seja tarde demais, como fizeste com Pedro.
Amém.
domingo, 17 de outubro de 2010
NÃO HÁ COVA TÃO PROFUNDA DE ONDE DEUS NÃO POSSA NOS RESGATAR
1 Rs. 19:1-18
INTRODUÇÃO
Todos acompanhamos alegres e emocionados o salvamento dos trinta e três mineiros há 69 dias dentro de uma mina soterrada beirando os 700 metros de profundidade.
Mesmo considerando o esforço das equipes, os recursos investidos, a tecnologia usada, não há dúvida de que o fator primordial foi o poder de Deus em miraculosamente preservar a vida daqueles homens em condições tão adversas.
Deus é poderoso exímio salvador em situações completamente adversas!
Fora o trabalho incessante das sondas de perfuração, as equipes precisaram ocupar-se com uma série de coisas: ar, água, remédios, contato com as famílias, preservação da auto-estima dos mineiros entre outros.
Isso nos faz pensar na diversidade de abismos, minas profundas que enfrentamos. Nos lembramos de Jonas no ventre do peixe, ou mesmo Jó e suas perdas. Isso também nos faz lembrar de Elias na caverna, sobre quem queremos tecer algumas considerações.
Em todas as situações mencionadas, Deus se mostra presente e preocupado com nosso bem estar; como já dissera Davi:
“Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim, pões a mão.”( Sl.139:5)
Elias, homem destemido, servo de Deus de unção poderosa, enfrenta numa fase de sua vida um abismo demasiadamente profundo: o abismo do medo e do desânimo.
Jesabel, possessa de raiva, fez uma ameaça mortal amparada pelos seus deuses, e, naquele momento, foi capaz de fazer o grande profeta estremecer. Fez o profeta ENTRAR NA CAVERNA
Daí em diante, inicia-se um relacionamento maravilhoso entre Elias e o Senhor, que revela as preocupações de Deus para com os seus.
As preocupações de Deus para com os seus .
1)Deus é preocupado com os nossos motivos. Por que ( v.2-3,9-10)
Deus se interessa por nossas razoes, nossas motivações, aquilo que nos faz agir ou reagir. Deus é frenético defensor de nossos direitos ( Is.40:27)
Deus argüiu pacificamente de Elias, os seus motivos para tomar a decisão que tomara. Deus é de entendimento, antes de ser de condenação.
2) Deus é preocupado com nossas fragilidades. Como.(v.3-5;10)
Calmamente Deus se interessa em conhecer o estado de espírito do profeta. Como ele estava se sentindo.
a)temeroso(v.3)
b)Desiludido (v.4)
c)Enfraquecido (v.5)
d)Abandonado (v.10)
Deus suavemente acompanha este processo na vida de Elias.
A Bíblia diz que quando Jesus agonizava no Getsêmani, exposto às fragilidades da encarnação, um anjo do Senhor o confortava ( Lc.22:43)
Deus é de conforto antes de ser de confrontação.
3) Deus é preocupado com nossas necessidades . O que ( v.6;11-13)
Qual a necessidade de Elias naquela sua via crucis?
Primeiro, precisava de alimento (v.7) Tal qual o pastor do salmo 23, Elias foi conduzido a alimentar-se.
Segundo, Elias precisava ter condições de ouvir, refletir e entender algumas coisas que seus motivos e fragilidades o impediram de perceber.
Em sua angústia, Elias experimentou um vento forte, um terremoto, um fogo consumidor, elementos que representavam bem o estado de espírito do profeta.
Mas Deus tinha outra intenção!
Nas palavras de Jesus: “Deixo-vos a minha paz,a minha paz vos dou...”(Jo.14:27)
Deus não estava presente em nenhum destes elementos.
A maior necessidade do profeta era a PAZ
Deus se apresenta num cicio tranqüilo e suave. Neste momento, Elias ouve a voz de Deus ( v.12,13)
CONCLUSÃO
Quando o coração do atribulado profeta foi capaz de ouvir a doce voz de Deus...
SAIU DA CAVERNA (v.13)
Seu coração agora em paz conhece o coração visionário de Deus:
a) Volta
b) Unge o rei da Síria (v.15)
c) Unge o rei de Israel (v.16)
d) Unge teu sucessor (v.16b)
e) Toma conhecimento da comunidade que permanece fiel (v.18)
O único assunto sobre o qual Deus não falou foi MORTE
Elias foi restaurado!
A Bíblia traz algumas palavras consoladoras quando enfrentamos nossos abismos:
a)“Esperei confiantemente no Senhor e Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro...”(Sl.40:1-3)
b)“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum porque Tu estás comigo, a tua vara e o teu cajado me consolam..”(Sl.23:4)
c)“Senhor, meu Deus, clamei a Ti por socorro, e tu me saraste. Senhor da cova fizeste subir a minha alma; preservaste-me a vida para que não descesse à sepultura.”(Sl.30:2,3)
Deus sabe como tratar conosco em nossas sombras.
Não há abismo de onde o Senhor não possa livrar a nossa alma.
“...espera em Deus pois ainda o louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu.”(Sl.42:11).
Amém.
INTRODUÇÃO
Todos acompanhamos alegres e emocionados o salvamento dos trinta e três mineiros há 69 dias dentro de uma mina soterrada beirando os 700 metros de profundidade.
Mesmo considerando o esforço das equipes, os recursos investidos, a tecnologia usada, não há dúvida de que o fator primordial foi o poder de Deus em miraculosamente preservar a vida daqueles homens em condições tão adversas.
Deus é poderoso exímio salvador em situações completamente adversas!
Fora o trabalho incessante das sondas de perfuração, as equipes precisaram ocupar-se com uma série de coisas: ar, água, remédios, contato com as famílias, preservação da auto-estima dos mineiros entre outros.
Isso nos faz pensar na diversidade de abismos, minas profundas que enfrentamos. Nos lembramos de Jonas no ventre do peixe, ou mesmo Jó e suas perdas. Isso também nos faz lembrar de Elias na caverna, sobre quem queremos tecer algumas considerações.
Em todas as situações mencionadas, Deus se mostra presente e preocupado com nosso bem estar; como já dissera Davi:
“Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim, pões a mão.”( Sl.139:5)
Elias, homem destemido, servo de Deus de unção poderosa, enfrenta numa fase de sua vida um abismo demasiadamente profundo: o abismo do medo e do desânimo.
Jesabel, possessa de raiva, fez uma ameaça mortal amparada pelos seus deuses, e, naquele momento, foi capaz de fazer o grande profeta estremecer. Fez o profeta ENTRAR NA CAVERNA
Daí em diante, inicia-se um relacionamento maravilhoso entre Elias e o Senhor, que revela as preocupações de Deus para com os seus.
As preocupações de Deus para com os seus .
1)Deus é preocupado com os nossos motivos. Por que ( v.2-3,9-10)
Deus se interessa por nossas razoes, nossas motivações, aquilo que nos faz agir ou reagir. Deus é frenético defensor de nossos direitos ( Is.40:27)
Deus argüiu pacificamente de Elias, os seus motivos para tomar a decisão que tomara. Deus é de entendimento, antes de ser de condenação.
2) Deus é preocupado com nossas fragilidades. Como.(v.3-5;10)
Calmamente Deus se interessa em conhecer o estado de espírito do profeta. Como ele estava se sentindo.
a)temeroso(v.3)
b)Desiludido (v.4)
c)Enfraquecido (v.5)
d)Abandonado (v.10)
Deus suavemente acompanha este processo na vida de Elias.
A Bíblia diz que quando Jesus agonizava no Getsêmani, exposto às fragilidades da encarnação, um anjo do Senhor o confortava ( Lc.22:43)
Deus é de conforto antes de ser de confrontação.
3) Deus é preocupado com nossas necessidades . O que ( v.6;11-13)
Qual a necessidade de Elias naquela sua via crucis?
Primeiro, precisava de alimento (v.7) Tal qual o pastor do salmo 23, Elias foi conduzido a alimentar-se.
Segundo, Elias precisava ter condições de ouvir, refletir e entender algumas coisas que seus motivos e fragilidades o impediram de perceber.
Em sua angústia, Elias experimentou um vento forte, um terremoto, um fogo consumidor, elementos que representavam bem o estado de espírito do profeta.
Mas Deus tinha outra intenção!
Nas palavras de Jesus: “Deixo-vos a minha paz,a minha paz vos dou...”(Jo.14:27)
Deus não estava presente em nenhum destes elementos.
A maior necessidade do profeta era a PAZ
Deus se apresenta num cicio tranqüilo e suave. Neste momento, Elias ouve a voz de Deus ( v.12,13)
CONCLUSÃO
Quando o coração do atribulado profeta foi capaz de ouvir a doce voz de Deus...
SAIU DA CAVERNA (v.13)
Seu coração agora em paz conhece o coração visionário de Deus:
a) Volta
b) Unge o rei da Síria (v.15)
c) Unge o rei de Israel (v.16)
d) Unge teu sucessor (v.16b)
e) Toma conhecimento da comunidade que permanece fiel (v.18)
O único assunto sobre o qual Deus não falou foi MORTE
Elias foi restaurado!
A Bíblia traz algumas palavras consoladoras quando enfrentamos nossos abismos:
a)“Esperei confiantemente no Senhor e Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro...”(Sl.40:1-3)
b)“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum porque Tu estás comigo, a tua vara e o teu cajado me consolam..”(Sl.23:4)
c)“Senhor, meu Deus, clamei a Ti por socorro, e tu me saraste. Senhor da cova fizeste subir a minha alma; preservaste-me a vida para que não descesse à sepultura.”(Sl.30:2,3)
Deus sabe como tratar conosco em nossas sombras.
Não há abismo de onde o Senhor não possa livrar a nossa alma.
“...espera em Deus pois ainda o louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu.”(Sl.42:11).
Amém.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
SOMOS MAIS QUE VENCEDORES
2 Tm.2:1-13
INTRODUÇÃO
A vitória absoluta é a expressão da vontade de Deus. Precisamos viver na certeza da vitória. Ela precisa ser nosso desejo e convicção.
Diante deste texto, Paulo oferece três orientações básicas para que possamos usufruir da vitória em sua plenitude.
1.O preço da vitória (v.4-6)
O apóstolo faz uso de três personagens para apresentar o mesmo assunto: o soldado, o atleta e o lavrador.
O soldado – satisfazer o que o arregimentou (v.4)
O atleta – lutar segundo as normas (v.5)
O lavrador – trabalho duro(v.6)
A vitória não é negociável. Ela é fruto de conquista. Há um preço.
2. Os estímulos à vitória (v.11-13)
O apóstolo apresenta três estímulos que devemos considerar ao trilharmos o caminho da vitória:
a) A morte (v.11)
- A morte dos feitos do corpo ( 2 Co.5:17; Cl.3:5)
- A morte física que cessa a existência terrena.
b) A perseverança (v.12)
- O prêmio da perseverança é o reino (Js.14:8)
c) A fidelidade de Deus (v.13)
3. Os perigos à vitória (v.12,13)
No caminho em direção à vitória absoluta, corremos alguns riscos sérios:
a) Negação (v.12)
b) Infidelidade (v.13)
- Judas teve tudo que os demais tiveram, no entanto, não cuidou e Satanás encheu seu coração.
CONCLUSÃO
Paulo ainda nos faz dois desafios para que asseguremos a vitória.
a)Participa...como bom soldado de Cristo Jesus.
b) Lembra-te de Cristo ressuscitado...
“...tudo suporto, pois a salvação de muitos depende da minha perseverança (v.10)
INTRODUÇÃO
A vitória absoluta é a expressão da vontade de Deus. Precisamos viver na certeza da vitória. Ela precisa ser nosso desejo e convicção.
Diante deste texto, Paulo oferece três orientações básicas para que possamos usufruir da vitória em sua plenitude.
1.O preço da vitória (v.4-6)
O apóstolo faz uso de três personagens para apresentar o mesmo assunto: o soldado, o atleta e o lavrador.
O soldado – satisfazer o que o arregimentou (v.4)
O atleta – lutar segundo as normas (v.5)
O lavrador – trabalho duro(v.6)
A vitória não é negociável. Ela é fruto de conquista. Há um preço.
2. Os estímulos à vitória (v.11-13)
O apóstolo apresenta três estímulos que devemos considerar ao trilharmos o caminho da vitória:
a) A morte (v.11)
- A morte dos feitos do corpo ( 2 Co.5:17; Cl.3:5)
- A morte física que cessa a existência terrena.
b) A perseverança (v.12)
- O prêmio da perseverança é o reino (Js.14:8)
c) A fidelidade de Deus (v.13)
3. Os perigos à vitória (v.12,13)
No caminho em direção à vitória absoluta, corremos alguns riscos sérios:
a) Negação (v.12)
b) Infidelidade (v.13)
- Judas teve tudo que os demais tiveram, no entanto, não cuidou e Satanás encheu seu coração.
CONCLUSÃO
Paulo ainda nos faz dois desafios para que asseguremos a vitória.
a)Participa...como bom soldado de Cristo Jesus.
b) Lembra-te de Cristo ressuscitado...
“...tudo suporto, pois a salvação de muitos depende da minha perseverança (v.10)
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